quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

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Um comentário:

Anônimo disse...

Oi meu amigo....Assisti em Los Angeles (EUA),há muito tempo, mais ou menos em 1997, Hamlet (W. Shakespeare), e no ato II, fala o seguinte:
Que obra de arte é o homem.
Como é nobre em força da razão.
Que infinitas realidades possui.....
Como é perfeito e admirável na forma e o movimento...
Como se assemelha a um anjo, pelas ações,e a um deus pela faculdade de discernir....
Prá mim, tanto a sua tela, como (Shakespeare), TRANSCENDEM em sensibilidade, embora se expressem de formas diferentes.
A tela em referência é SIMPLESMENTE DIVINA....PARABÉNS SEMPRE
CECILIA